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CHIANTI COLLI SENESI – CASPAGNOLO – VILLA POGGIO SALVI 2009.

Postado por: José De Mauro.

Este texto é sobre bebidas alcoólicas. Lembramos que o seu consumo por menores de idade, menos de 18 anos, é proibido por lei assim como por motoristas de qualquer idade. Além disso é sempre bom lembrar que devemos beber com moderação.

Colli Senesi é uma das 7 zonas que compõe a região oficial do vinho Chianti, italiano DOCG (Denominação de Origem Controlada e Garantida) a categoria superior para os vinhos produzidos no país. A Villa Poggio Salvi é propriedade da família Biondi Santi – produtores em Montalcino dos vinhos Brunelo, bastante tradicionais e confiáveis.

O Caspagnolo 2009 é elaborado a partir de uvas produzidas por videiras com 10 a 20 anos de idade, passando pela maceração e fermentação em tanques de aço inox com temperatura controlada por quase 12 dias.

Um vinho com alta acidez e taninos presentes, ainda fechado sai-se muito bem na companhia de uma refeição, massas com molho vermelho e carnes na brasa por exemplo, decepcionando um pouco quando tomado sozinho. Custa cerca de R$ 70,00 na internet. Este tomei em um jantar no Fogo de Chão e custou lá R$ 125,00.

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PROSECCO BRUT TOSTI.

Postado por: José De Mauro.
Este texto é sobre bebidas alcoólicas. Lembramos que o seu consumo por menores de idade, menos de 18 anos, é proibido por lei assim como por motoristas de qualquer idade. Além disso é sempre bom lembrar que devemos beber com moderação.
O nome Prosecco indica um vinho e também a uva com o qual ele é feito. Um espumante fabricado na região de Valdobbiane – Vêneto – Itália é um vinho leve que se mostra melhor como aperitivo e eventualmente acompanha alguns pratos leves, fabricado pelo método Charmat onde a fermentação que dá origem as borbulhas acontece em grandes tanques de aço inox e não na garrafa pode em alguns casos receber o gás carbônico necessário por adição, o que compromete muito a qualidade.
O Tosti é um bom Prosecco, nunca é grande mas é confiável. Para os momentos mais tranquilos substitui bem vinhos mais caros, inclusive alguns champagnes não safrados. Apesar de trazer a palavra “brut” no nome ele é frutado e adocicado, tem no rótulo traseiro a indicação do ano de safra, não recomendo comprar os que tenham mais de 1 ano de idade, é um vinho que não envelhece bem.
Um espumante alegre que custa entre R$ 40,00 e R$ 55,00 a garrafa e que recebe Nota 2 em 5 possíveis mas que pode refrescar muito bem uma tarde ou noite mais quente com um ótimo custo benefício.

SASSOALLORO – UM SUPERTOSCANO.

Postado por: José De Mauro.

Este texto é sobre bebidas alcoólicas. Lembramos que o seu consumo por menores de idade, menos de 18 anos, é proibido por lei assim como por motoristas de qualquer idade. Além disso é sempre bom lembrar que devemos beber com moderação.

Este vinho é surpreendente, elaborado por Jacopo Biondi Santi no Castelo de Montepó – Toscana – Itália, com uvas “Brunello” representa o que melhor a Itália produz de vinho a um preço interessante, R$ 122,95 no site da importadora, a Mistral e a R$ 134,00 no Empório Vip.

SOBRE A UVA: A uva Brunello é na verdade chamada de Sangiovese Grosso, uma uva de casca espessa e cheia de tanino e que produz os vinhos que recebem o mesmo nome, Brunello e que necessitam de pelo menos 15 anos de envelhecimento para mostrar todo o seu potencial, o excesso de tanino que por um lado permite essa longevidade torna o vinho amargo e austero por um longo tempo.

No Sassoalloro esses aspectos são domados e ele se apresenta um tinto de espírito forte, pleno de sabor e aromas e que cresce vertiginosamente quando se junta a um bom macarrão com molho vermelho bem temperado ou uma carne assada e seu molho amarronzado. Recomendo também para acompanhar carnes de sabor forte, cortes mais duros do carneiro, javali, capivara, caças de pelo em geral e carnes de churrasco, com osso, só no sal grosso.

Este vinho é, para mim, um nota 4 em 5 possíveis e que vale a pena ser provado.

SOBRE A DENOMINAÇÃO SUPERTOSCANO: Na Itália existe um sistema que determina qual a estrutura, região, uvas, envelhecimento etc. que deve ser obedecido para que cada vinho leve o nome de umas das regiões no rótulo. Acontece que os produtores italianos produzem vinhos que fogem dessas regras, talvez apenas pelo direito a liberdade, e apesar disso são muito bons. Na França por exemplo isso não ocorre. Esses vinhos quando produzidos na Toscana acabaram por receber do mercado o apelido de Supertoscanos.

No último sábado encontrei uma garrafa da safra 2006 que pretendo comparar com a 2007 que possuo, assim que conseguir comprar taças de degustação – padrão ISO – a preços razoáveis.