Arquivo do mês: julho 2011

DOMAINE AVO 20.

Postado por: José De Mauro.

Este texto é sobre charutos, portanto se você não tem 18 anos, por favor, deixe de ler. É proibido por lei.

Sei que o fumo causa problemas de saúde. Fumar charuto é uma decisão pessoal minha e leva em conta os riscos advindos dessa decisão. Milhares de pessoas morrem no trânsito, mas não se proíbem os carros.

A linha Domaine é confeccionada na República Dominicana com capa equatoriana de sementes Connecticut e miolo dominicano de plantações próprias.

O charuto número 20 é um perfecto de desenho diferenciado, força de média para um pouco mais e bastante sabor. Boa queima e uma excelente construção garantem uma fumada tranqüila, assim como o excelente acabamento da capa dá um visual bonito a este charuto. Uma fumada gostosa de 45 minutos, nota 4 em 5 possíveis.

Atualmente com preço de cerca de R$ 450,00 a caixa de 25 charutos na promoção da Davidoff Brasil tem um ótimo custo benefício.

TABELA DE EQUIVALENCIA ENTRE MILÍMETROS E POLEGADAS.

Postado por: José De Mauro.

Depois da publicação da tabela de equivalência de dimensões dos charutos que traz um parâmetro entre essas medidas em milímetros e polegadas várias consultas apareceram no motor de busca do Retrogosto sobre a conversão de milímetros e polegadas. A partir daí decidi publicar uma tabela de conversão entre as medidas do Sistema Métrico e as medidas do Sistema Inglês, chamado nos Estados Unidos de Sistema Imperial, polegadas e pés basicamente.

O Sistema Imperial é um sistema de medidas baseadas no valor da polegada e seu múltiplo o pé e foi criado por volta do ano 1060 DC pela junção do Sistema Anglo-Saxão antigo e do Sistema Romano de medidas, sendo definido em lei a partir da Carta Magna Inglesa em 1215 DC, sendo modificado algumas vezes posteriormente.

Seu maior inconveniente está em usar frações ordinárias como submúltiplos, o que dificulta em demasia seu aprendizado e restringe em parte sua precisão. Imaginem a dificuldade em somar ¼” com ½” (um quarto de polegada com meia polegada) ou se a soma tiver de ser feita entre “um cento e vinte e oito avos de polegada” e “um duzentos e cinquenta e seis avos de polegada”…

O Sistema Métrico surgiu na França em 1791 DC e utiliza a subdivisão decimal, muito mais cômoda e de fácil aprendizado. Hoje exceto em áreas mais tradicionais e restritas – charutos, por exemplo – utilizamos apenas o Sistema Métrico.

Nas tabelas abaixo indico os valores exatos de equivalência bem com os valores aproximados- arredondados – mais fáceis de avaliar.

OBSERVAÇÃO: Apesar do que eu escrevi acima sobre a dificuldade de aprendizado da polegada por se tratar de frações ordinárias é bom lembrar que a base dessas frações coincide com o binário que é a linguagem básica dos computadores e portanto pode inverter a visão sobre o assunto.

#retrogosto #tabeladeconversão #polegadas #milimetros #metros #milimetrospolegadas #polegadasmilimetros

Post da equivalência para charutos:     https://retrogosto.wordpress.com/2011/05/16/charutos-tabela-de-equivalencia-polegadas-milimetros/

SICÍLIA

Texto da Patrícia:

Começo este post com um trecho de uma renomada Chef italiana Fabrizia Lanza que em 2010 veio ao Brasil e foi entrevistada pela revista Época.

“A gastronomia siciliana é uma chave para se entender a nossa história. Recebemos muitas influências no passado, e elas foram se assentando como camadas. Somos obcecados por comida, vivemos para comer. Em toda a Itália é assim, mas acho que na Sicília esse hábito é ainda mais forte”.

O Mauro tem ascendentes sicilianos, natural a minha curiosidade por este lugar, mas depois que li esta entrevista, fiquei ainda mais entusiasmada, vi o tanto de questionamentos que tenho a respeito e decidi estudar um pouquinho da cultura siciliana. Como todos já sabem, sou carioca então o fato da Sicília não ser apenas mais uma ilha, mas a Ilha principal do Mar Mediterrâneo com suas águas mornas, com o clima perfeito temperado devido ao calor que vem do deserto do Saara, para qualquer ser humano da minha espécie (carioca) que ama sol e calor (claro), este clima quente delicioso só trás mais alegria a vida, só em pensar já escrevo me imaginando com um calor gostoso com um vento agradável, batendo no meu rosto com a brisa molhada do mar, deixando na minha pele o mais puro e belo bronzeado dourado que só o Mediterrâneo pode oferecer. Entrou no clima da Sicília? Então, vamos a gastronomia.

A cozinha da Sicília é hoje, sobretudo, a mistura das tradições gastronômicas em combinação equilibrada de ingredientes, temperos e técnicas. Valorizando o sabor natural dos alimentos, com desprezo por molhos que “disfarcem” os ingredientes do mar e da terra, com peixes (atum, dentão, garoupa-badejo, ferreira, sardinha, sargo e peixe-espada), frutos do mar (choco- molusco parecido com a lula, calamaro – a lula), hortaliças, legumes e frutas. Aos domingos, ainda se conserva o costume de reunir a família em volta de mesa farta e marcada por velhas tradições como a de preparar a própria massa e esperar a chegada dos “paranze” (barcos de pesca) trazendo sardinhas frescas, logo assadas em espetos.

Na época do Carnaval, fazem “Cannoli” (com massa folhada); e, na Páscoa, empadas de carne. Usando quase sempre os mesmos temperos: alho, anis, azeite, canela, cravo, folhas de louro, hortelã, em antológicos pratos: Arancini – bolinho de arroz com recheio de carne; Caponata – com berinjela, alcaparra, aipo, cebola e azeitona; recebendo o prato esse nome, porque era servido inicialmente nos “caupone” (tabernas das cidades portuárias); Maccu di San Giuseppe – purê de favas com funcho; Zucchini ao pomodoro e basilico – abóbora com tomate e manjericão; Gnocchetti di semola al sugo de maiale – massa com ragu de carne de porco; Spaghetti al Nero di seppia – com a tinta do choco; Pasta alla norma – com berinjelas; Pasta con le sarde – com sardinhas e erva-doce; Dentice al forno – dentão com cebola e caldo de carne; Sarago di porto alla brace – sargo grelhado (na grelha ou na pedra); Tonno alla palermitana – atum grelhado com anchovas; Farsumagru – bife de vitela enrolado; Cannelloni ripieni – recheado com carne e queijo caciovallo. De sobremesa: Cannoli – canudos de massa folhada recheados de ricota fresca; Cassata siciliana – pão de ló com recheio de ricota fresca e frutas cristalizadas; Torrone di mandorle – massa de mel e amêndoa; Riso Nero – arroz doce com chocolate e amêndoas e Gelato com brioche – sorvete dentro de pão doce.

Enfim, o que posso confirmar é que a Itália sem a Sicília realmente não deixa marcas na alma.

Referências bibliográficas:

http://terramagazine.terra.com.br/interna/0,,OI4634778-EI6614,00-A+cozinha+Siciliana.html

http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI127762-15228,00.html

http://pt.wikipedia.org/wiki/Sic%C3%ADlia

O que o Mauro disse:

Sou uma mistura de sangues latinos, siciliano, português e espanhol. Pelas vivências da infância meu lado siciliano acabou falando mais alto. Muito do que aprendi na vida foi com meu pai, meu Nonno e tios com os quais pescava e caçava desde pequeno. Junto com a convivência vieram as histórias do passado, contadas a volta da fogueira nas noites frias e os hábitos e costumes no dia a dia e nas festas e reuniões. Sinto-me atraído por essa terra que pretendo visitar no futuro, assim como fez meu irmão Maurício, as fotos deste post foram tiradas por ele, e trazer de lá além de milhares de fotos um pouco da cultura e o máximo dos sabores que puder viver nessa viagem. Vivendo ao meu lado a Patrícia acabou influenciada pelo meu passado e juntos vamos aos poucos pesquisando a culinária dessa região.

Meus ascendentes vêm da pequena PieDiMonte Etneo, literalmente “Ao Pé do Monte Etna”, a foto ao lado foi tirada de uma placa na praça central da comuna!

Local de história conturbada, marcada por guerras e levantes populares foi dominada por um sem número de povos e governos, deu origem a um modo peculiar de sociedade onde quem não é do sangue é mantido fora dos assuntos e onde a devoção a família é marcante e obrigatória. A seguir dois pequenos resumos, um sobre a história siciliana e outro sobre seus vinhos. Cento anni!

Resumo histórico.

A Sicilia fica no meio do mar Mediterrâneo, um ponto estratégico para o domínio da região e caminho natural entre a África e a Europa. Foi invadida e dominada um sem número de vezes sendo que em várias épocas povos e nações em luta decidiram sobre o seu solo as guerras e contendas. Foi na Sicília que os gregos disputaram o domínio do comercio marítimo com outros povos, foi pela Sicilia que a invasão da Itália pelos aliados, na Segunda Guerra, iniciou. Ao povo restava acenar para o novo dominante e sobreviver da maneira que fosse possível. É provável que muito dos costumes sicilianos, o apego a família e o trato das questões dentro dela evitando confiar em terceiros fora desse círculo, tenham aparecido da necessidade de enfrentar novas leis e senhores a cada mudança do poder.

Os primeiros vestígios de colonização encontrados na Sicília datam de cerca de 700 AC, de origem fenícia na face Oeste da ilha e grega nos lados Leste e Sul. Os gregos denominavam a ilha de Magna Grécia e seus principais assentamentos eram nas regiões de Siracusa e Agrigento. Durante os séculos V e III AC a ilha presenciou os conflitos entre gregos e cartagineses.

Roma sucedeu aos gregos na ilha e nas guerras contra Cartago até cerca do ano 200 AC. A partir daí a Sicília que fora uma das províncias mais rica de Roma entra em decadência, aderindo a pirataria como modo de sobrevivência.

No ano 440 da era cristã o domínio passa para os vândalos, até cerca do ano 500 quanto foi dominada pelos ostrogodos que dominaram então toda a Itália, sendo que a partir do ano 535 alternou-se o domínio da ilha entre eles e o Império Bizantino, até cerca do ano 553.

A dominação bizantina estendeu-se até o ano de 1043 substituídos pelos árabes que iniciaram a invasão da ilha por volta do ano 800 da era cristã.

Por volta do ano 1060 exércitos normandos invadem a ilha, conquistando Palermo no ano de 1072 e transformando-a em capital. Seu domínio continuou até o ano de 1194.

No ano de 1195 a ilha é dominada pelos suábios, dinastia Hohenstaufen que a anexou ao Sacro Império Germânico e restaurou seu antigo esplendor. Esse período caracteriza-se pelas lutas contra o resto da Itália e contra o Papado.

Entre 1266 e 1282 a Sicília, por decisão papal, passa ao domínio de Carlos I de Anjou. Entre 1282 e 1513 o domínio passa para o Reino de Aragão que alternaram o controle com reis espanhóis, sendo que estes mantêm o controle entre 1513 e 1713.

A partir daí até o ano de 1718 foi dominada pelos piemonteses, passando então ao domínio dos Bourbons, domínio esse que se estendeu até 1860 quando foi anexada ao Reino da Itália pelo revolucionário Giuseppe Garibaldi que reconheceu Vitor Emanuel II como soberano.

Em 1948, através da Constituição promulgada nesse ano, recebe o estatuto de Região Autônoma Italiana com amplos poderes de autogoverno, o que persiste até hoje.

O vinho na Sicília.

A história do vinho na Sicília começou junto com sua colonização nos tempos históricos, a cerca de 3000 anos atrás quando os gregos estabeleceram-se na ilha nas regiões das atuais cidades de Siracusa e Agrigento.

Localizada no Mediterrâneo, com clima quente e muito sol os vinhos sicilianos tendem a ser alcoólicos e densos, devem ser domados para demonstrar fineza e profundidade. Embora de caráter italiano os vinhos da ilha aproximam-se aos vinhos do Novo Mundo pela intensidade, muita fruta e concentração.

Por muito tempo seus vinhos foram duros e sem acabamento, eram utilizados para corte dos vinhos italianos de outras regiões, fornecendo a eles sua cor e álcool. Hoje encontramos bons vinhos produzidos na ilha embora apenas pouco mais de 2% deles sejam produzidos nas regiões de maior prestígio, as DOCs uma boa parcela se enquadra na categoria IGT e, como em boa parte da Itália devemos procurar bons produtores em detrimento da classificação do vinho. Em volume a Sicília é a região de maior produção da Itália com cerce de 8 milhões de hectolitros anuais.

Principais DOCs da região:

Alcamo,

Cerasuolo di Vittoria,

Etna,

Faro,

Malvasia delle Lipari,

Marsala,

Moscato di Noto,

Moscato di Pantalleria e

Moscato di Siracusa.
As melhores uvas, para vinhos secos, são plantadas na região Norte e Leste da ilha, próximas ao vulcão – o Monte Etna, com seu solo calcário argiloso de origem vulcânica e contam com irrigação devido aos baixos níveis pluviométricos da região.

Além das uvas francesas (Merlot, Cabernet Sauvignon – pretas e Chardonnay – branca) a Sicília tem ainda suas castas autóctones, sendo as principais:

Cataratto Bianco – uva branca, casta pouco aromática, usada no vinho Marsala,

Grillo – uva branca, casta bastante cultivada, usada no vinho Marsala,

Inzolia – uva branca, casta bastante cultivada, corpo médio e sabor com um toque salgado,

Malvasia a principal uva para vinhos doces e do Marsala,

Nero d’Avola – uva preta, a casta de maior potencial entre as autóctones, com bom potencial de envelhecimento e
Nerello Mascalese – uva preta, produz vinhos consistentes e bastante utilizada para cortes.

No Brasil encontramos com mais facilidade os vinhos fabricados por:

Donnafugata,

Duca Di Salaparuta (Corvo) e

Vinícola Planeta.

CUESTA-REY CENTRO FINO BELICOSO N.o 11.

Postado por: José de Mauro.

Este texto é sobre charutos, portanto se você não tem 18 anos, por favor, deixe de ler. É proibido por lei.

Sei que o fumo causa problemas de saúde. Fumar charuto é uma decisão pessoal minha e leva em conta os riscos advindos dessa decisão. Milhares de pessoas morrem no trânsito, mas não se proíbem os carros.

Um figurado dominicano com bom custo benefício. Miolo e capote dominicanos, retirados das folhas superiores da planta e capa equatoriana de sementes Sumatra, dimensões de 124 milímetros de comprimento e 19 milímetros de diâmetro, bem construído envolto com a capa colorado brilhante e uniforme.

Queima consistente, aroma e força compatíveis apresenta boa evolução embora a linha de queima tenha inclinado durante a fumada o resultado foi prazeroso. Uma fumada gostosa com um aroma particular e diferente de cerca de uma hora, Nota 3 em 5 possíveis.

RAGÚ SICILIANO.

Postado por: José De Mauro.

Os molhos para macarrão e polenta são imprescindíveis na cozinha italiana, com a cozinha siciliana não poderia ser diferente. O ragú, mistura de molho de tomate, vegetais e carnes picados não têm uma mas sim várias receitas, pois varia de região para região e de casa para casa. Cada família tem o seu com mais ou menos ingredientes e cada cozinheiro tem seus truques e temperos secretos. Esta receita nasceu da junção de uma antiga receita que tenho guardada e das adaptações aos ingredientes que encontro com facilidade onde moro. É uma receita demorada, mas o sabor é excelente.

Vale ressaltar ainda que, como manda a tradição siciliana, não se cozinha um ragú para poucos convidados. Ele deve ser servido em comemorações e reuniões de família o que por lá significa no mínimo 20 pessoas em volta da mesa do almoço de domingo…

Ingredientes para 15 pessoas:

1 copo de azeite

2 cebolas grandes cortadas em cubos pequenos

½ cabeça de alho descascada e cortada em fatias finas

150 gramas de lombo de porco com a gordura cortado em cubos pequenos

150 gramas de contrafilé com a gordura cortado em cubos pequenos

150 gramas de panchetta cortado em cubos pequenos

150 gramas de presunto cozido cortado em cubos pequenos

1 cenoura cortada em cubos pequenos

1 talo de salsão cortado em cubos pequenos, corte as folhas em pedaços pequenos

4 ramos de manjericão, só as folhas

3 folhas de louro

1 copo de vinho tinto

4 litros de molho de tomate “al sugo” veja receita em post deste blog

Sal a gosto

Cerca de 5 litros de água quente

Modo de fazer:

Em uma frigideira grande aqueça o azeite e refogue a cebola e o alho até começar a dourar. Adicione as carnes e cozinhe até mudar de cor, em seguida adicione os vegetais e deixe refogar por cerca de 10 minutos, mexendo sempre para não queimar.

Em seguida acrescente o manjericão, as folhas de louro e o vinho, cozinhe por mais uns 10 minutos.

Em uma panela grande, uso uma com capacidade para 10 litros, coloque o molho de tomate e o refogado, leve ao fogo alto para iniciar fervura, adicione o sal e cerca de 1 litro de água quente. Abaixe o fogo e deixe cozinhar com a panela parcialmente tampada.

O ragú deve cozinhar por cerca de 4 a 6 horas em fogo baixo, mexendo com uma espátula a cada 15 ou 20 minutos para não grudar no fundo da panela e adicionando água sempre que necessário. O segredo está em usar um fogo realmente baixo, apenas o suficiente para manter o líquido fervendo e não deixar que as carnes e vegetais picados grudem no fundo da panela e acabem queimando.

Ao final do cozimento acerte o sal e sirva com a massa de sua preferência, dá para cerca de 3 quilos de macarrão espaguete.

Molho de tomate  https://retrogosto.wordpress.com/2011/04/27/molho-de-tomate-%E2%80%9Cal-sugo%E2%80%9D/

DE VOLTA DAS FÉRIAS.

Postado por: José De Mauro.

Estamos de volta das férias. Na verdade para minha pessoa elas não ocorreram, uma semana trabalhando no Rio e retorno antecipada para trabalhar em Sampa foi o que na verdade aconteceu. A parte boa foi a notícia de que a Patricia está grávida e a comemoração desse fato no Rio com churrasco e em Sampa com um almoço a siciliana, a receita do molho está no post que publico a seguir.

Vamos ao que interessa, um post todo (quase todo) dia.

Satisfação

Amigos,

Estamos em ritmo de férias, ou seja, trabalhando em dobro para conseguirmos tirar duas semana de férias e ainda assim trataremos de negócios na primeira semana, por esta razão desde o fim de junho não estamos postando com tanta frequencia quanto antes, entraremos de férias amanhã  09/06/2011 e voltaremos no próximo dia 26 de Julho de 2011. 

Obrigada,

Patrícia e Mauro – Retrogosto