B -a -bá básico do vinho

Postado por: Patrícia De Mauro e José De Mauro.

Patrícia:

Decidi escrever sobre uma coisa que adoro muito, vinho.  Gosto de sair para bater papo com meu marido, minhas amigas, minha família, e na maioria das vezes acompanhada por um bom vinho. Quando saio com meu marido deixo a escolha por conta dele, afinal foi ele quem me apresentou mais profundamente o assunto e ensinou muiiito do que sei hoje sobre a bebida, quando saio com as amigas, na maioria das vezes elas empurram para mim a carta e a decisão do vinho, e eu amo né, lógico, ainda não fiz nenhum curso, acredito que a prática é um dos melhores aprendizados, então vou bebendo e conhecendo o mundo dos vinhos por aí a fora. Por isso, estou preparando um B -a bá básico do vinho para divulgar aqui no Retrogosto, necessito um pouquinho de tempo para pesquisas, pois estou cruzando algumas ideias que tenho com livros, uns autores falam uma coisa a tradução diz outra, tentando me informar mais e liberar algo consistente, mesmo que seja para uma pequena consulta ou para discordar.

Então aguardem, em breve!

Mauro:

Conheci o vinho quando pequeno. Não, realmente não gostava dele. Achava aquele líquido roxo e azedo estranho, dificil de engolir preferia meu guaraná, e assim passei 18 anos.

Adulto deixei o vinho de lado por mais um tempo até que junto com alguns de amigos comecei a tomar vinho, não tinhamos as preocupações de hoje, tomávamos vinhos brancos, aqueles de garrafa azul e rosés acho que o Chateau Duvalier.

Sempre fui um leitor ávido e o vinho foi mais uma desculpa para enfiar a cara nos livros. Dali aprendi alguns termos, perdi a ingenuidade e descobri que vinho podia ser uma coisa séria.

Podia, não devia, mas eu não sabia. Durante muito tempo, do alto de minha ignorancia só fui contido pela falta de dinheiro, não bebi melhor nem pior, bebi mais caro.Aos poucos fui entendendo que preço não é qualidade, raridade nem sempre é sabor e que devemos gostar do que gostamos independente do que o mundo a nossa volta diz.

Não cheguei lá sózinho, autores como Sérgio de Paula Santos, comecei a ler por volta de 1980, Amauri Temporal que iniciei por volta de 1990 e Jonathan Nossiter mais recente me lembram de que o essencial é a felicidade de um bom copo e não 98 pontos no catálogo.

Então vamos ao que interessa, vamos falar sobre vinho.

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